O Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão registrou média 4,5 no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), referente a 2023. O resultado coloca a rede acima da média nacional do ensino médio, que ficou em 4,3, e reforça o desempenho do modelo adotado no estado.
O índice nacional evidencia as dificuldades ainda enfrentadas no ensino médio em todo o país. Nesse cenário, o desempenho do instituto maranhense chama atenção por combinar melhoria na aprendizagem com ações voltadas à permanência dos estudantes.
À frente da rede, Cricielle Muniz atribui o resultado ao trabalho contínuo desenvolvido nas unidades. “Quando a gente olha para um número como esse, 4,5 no IDEB, não está olhando apenas para uma estatística. A gente está olhando para histórias reais, para jovens que decidiram permanecer na escola, que acreditaram no próprio potencial e que encontraram no IEMA um espaço de acolhimento e oportunidade”, afirmou.
O avanço acompanha a ampliação da rede nos últimos anos. Entre 2023 e 2026, o número de unidades plenas passou de 34 para 58, alcançando dezenas de municípios maranhenses. A quantidade de estudantes também cresceu, saindo de cerca de 14 mil para uma projeção de 25 mil matrículas.
Atualmente, o instituto oferece dezenas de cursos técnicos integrados ao ensino médio, distribuídos em diferentes áreas, além de unidades voltadas à qualificação profissional. A proposta busca aproximar os jovens do mercado de trabalho ainda durante a formação escolar.
Outro ponto destacado pela rede é a presença feminina entre os alunos, que já representam a maioria e ampliam participação em áreas como ciência e tecnologia.
Com os resultados recentes e a expansão das unidades, o IEMA mantém posição de destaque entre experiências da educação pública no país, com foco na formação técnica integrada e no acesso ao ensino.























